sexta-feira, 29 de agosto de 2008

De volta

Oi, pessoas!

Depois de muuuito tempo sem dar notícia, só voltei pra mandar um sinal de vida. Tô viva, com todos os órgãos funcionando, suuuper animada e só posso dizer uma coisa sobre as duas últimas semanas: se Washington DC é foda, o Canadá é fodaço! :-)

Depois eu volto com fotos e histórias, que eu vou curtir o fim de semana um minutinho e já volto.

Beijo!

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Tem alguem ai??

E ai que eu voltei a escrever num teclado sem acentuacao. Meu computador deu pau e estou usando ora o PC da biblioteca, ora o da minha host. Oh, ceus. Que dureza que eh pra uma revisora ficar escrevendo sem acento, mas tudo bem, heheh.

Resumo da ultima semana: planejamento das proximas ferias (2 semanas, u-hu!), inscricao pro curso do fall (acho que agora vai) e muuuuuito jogo de cintura pra nao enlouquecer com as neuras idiotas dessa minha cabeca dinossauro.

Na ultima segunda fui pra NYC resolver umas coisas pra minha viagem, e foi uma mistura bem engracada de sensacoes. Uma parte delas foi muito boa, porque eu sai de casa com roupa de gente grande, peguei o trem no horario de pico e fui parar no centrao de NYC, ou seja: deu pra voltar a ter o gostinho de sair de casa e ir trabalhar num emprego de verdade, sendo tratada como gente que pensa (pelo menos teoricamente). Deu ate saudade de escutar a voz fanha do tiozinho do metro quando eu chegava no meu destino: "Proxima estacao: Consolacao". Mas pra quem jah teve saudade ate de ouvir a musica do caminhaozinho do gas de sabado de manha... ("Sheeeeelll gaaaaaas..."). Hahaha, que vexame.

A parte estranha foi constatar que Nova York durante a semana eh muito, mas muuuuuuuuito mais caotica do que Sao Paulo - e olha que eu ja estou bem acostumada com a bagunca de Sampa. Acho que deve ser pela quantidade de andaimes nas calcadas, ja que metade da cidade esta em reforma, e tb pelo fato de que as ruas sao tomadas por taxis amarelos, o que ja eh chamativo o bastante. So sei que prefiro voltar pra la durante o fim de semana, com tudo mais calmo, espaco pra andar nas calcadas... acho que eu to sendo influenciada pela vidinha pacata do suburb, hahahaha.

Bom, como nao tenho mais nada de interessante pra contar e o importante eh o que importa, vou deixar o post por aqui. Ah, e as fotos da festa mexicana que eu falei no outro post ficam pra proxima, ja que as fotos estao todas no meu falecido micro. :-(

E que venha LOGO o fim de semana!

Beijocas,

Mari Z.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Tequila!

E aí que o fim de semana foi big, cansativo, mas muito bacana. Vamos aos fatos da semana:

- Passei, finalmente, no exame escrito do DMV. Eu estava enrolando há algum tempo pra fazer os testes, e há umas 3 semanas eu tomei coragem e fui até o DMV office em Elizabeth. Não tinha estudado praticamente nada, só dei uma lida beeem por cima no manual. Além disso, só depois de chegar ao DMV fui notar que tinha esquecido minha permissão em casa, e sem ela não teria como fazer o teste. Depois de dirigir por 1 hora num trânsito do cão e num calor infernal, eu deveria ter me tocado que era melhor voltar pra casa e fazer o teste em outro dia, de cabeça fria, certo? Errado. Eu tenho a péssima mania de não conseguir deixar as coisas pela metade, e resolvi fazer o teste assim mesmo. Resultado: 11 questões erradas e bééé... tive que voltar depois de 1 semana pra refazer o teste. Aí eu estudei o manual de cabo a rabo, grifei as partes mais importantes, coisa linda de se ver. E dessa vez o resultado foi BEM mais animador, aleluia!! E que venha o road test.

- Neste fim de semana teve a festa de aniversário da minha host aqui no backyard. Como ela viaja muito a trabalho e só na semana passada ficou 4 dias fora de casa, eu fui encarregada de fazer compras, encomendas e preparar várias coisas pra festança. Claro que eu não reclamei, pelo contrário: adoro me sentir útil e correr atrás de preparação de festas é comigo mesma. ;-) E vou te dizer, a festa foi MUITO boa. Comida mexicana, bebida mexicana (com direito a vááários shots de tequila, maquininha de margarita e tudo mais), gringos bêbados dançando sozinhos... hahaha. A Dreza, a Lira e a Nádia não me deixam mentir, foi super divertido! Sem contar que ocasiões como essa me fazem pensar que eu escolhi a família certa pra mim: mesmo que as crianças não estejam sempre bem comigo, eu não tenho absolutamente nada a reclamar sobre os meus hosts. Eles são ótimos, atenciosos, bacanas e como sabem se divertir!

- Ontem, depois de curar a ressaca de sábado (abafa), fui ao cinema assistir "Stepbrothers", o novo filme do Will Ferrell. Gente, fazia tempo que eu não ria tanto. Nonsense e muito, muito engraçado. Confiram! ;-) E semana que vem vou voltar à telona pra assistir "Pineapple express", que parece ser ótimo e tem na trilha sonora "Paper planes", da M.I.A., que é a minha música preferida dos últimos dias.

Acho que é isso, pe-pessoal! Depois eu posto uma foto da festa pra vcs terem uma idéia de como foi. ;-)

Beijocas!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Geral

Post rapidinho só pra dar sinal de vida.

Esse fds não foi cheio de pirotecnia, mas foi bacana na medida que deu. Na verdade, o sábado foi bem marromenos, porque trabalhei durante o dia, na festa de aniversário do meu menino, e à noite fiz um extra (bem lucrativo, por sinal) cuidando das 3 kids de uma vizinha das 6pm às 12am. Praticamente só assisti televisão e enchi a pança com os snacks alheios durante o extra, então o balanço não foi tão mal assim. :-P

Domingo eu planejava ficar em casa moscando, mas minha host family saiu um pouco antes do almoço e aí eu pensei: se tem uma coisa que torna o domingo um dia hiper depressivo - além dos minutos finais do "Topa tudo por dinheiro", que nem existe mais - é almoçar so-zi-nha. Tipo, eu sei que a minha família e a família do meu namo estão lá no Brasa numa mesa cheia de gente, e eu aqui comendo comida requentada, sozinha? No way, José. Na hora eu peguei o telefone e liguei pra Dreza, que estava moscando tanto quanto eu. Resultado: almoçamos saladinha do Wendy's, conseguimos um lugar que consertou meu óculos querido (sentei em cima dele durante a semana, pode?), filosofamos sobre a vida, falamos besteiras e fechamos o dia com chave de ouro assistindo "Batman - The Dark Knight" no cinema de Westfield.

Sobre o filme, o que tenho a dizer é: ói, ói, ói, o Coringa é meu herói. O Batman pode até ser legal, mas ele vira uma mocinha perto do Joker interpretado pelo Heath Ledger. Até que enfim fizeram o Coringa voltar a ser psicopata, como nas histórias mais antigas do Batman, porque nos últimos filmes do Homem-morcego o Joker estava mais pra Vovó Mafalda e não iria combinar nada com o tom mais sombrio do filme novo. O bom é que só dava eu e a Dreza gritando "u-hu" e "noooooossa" e jogando os bracinhos pro ar quando o Coringa metia a porrada na geral. Quem aqui falou em vergonha? É por isso que dá pra perceber a sintonia AM-FM que a gente tá começando a ter: nenhuma das duas tem vergonha de pagar mico em público, além do que as nossas idéias estão sempre na mesma vibe e eu tenho menos problema em dividir colchão com ela do que com o ilustríssimo Mr. Z: pelo menos ela não me chuta durante a noite e não tenta me agarrar quando eu tô a fim de dormir (ainda bem, hahahahahaha). Ficou gay pacaraleo isso, mas é verdade! :-P

Taí, ó, falei que o post ia ser rapidinho e acabei falando um monte. É, eu não sei falar pouco mesmo!

Hasta,

Mari Z.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Hiperventilando

Todo mundo aí, ainda?? Espero que sim, hehehe.

Esta semana fez 3 meses que estou aqui nos EUA. Um balanço positivo? Sim, com certeza. Já fiz bastante coisa por aqui, comparado com o que eu faria no mesmo período se estivesse no Brasil. Mas ainda tenho muuuuuuuito a fazer, ah, se tenho. Sabem aquela listinha dos "must do's" que eu disse que tinha feito? Então, eu tenho é que shake my booty pra fazer ela acontecer, senão eu vou ficar de mal de mim mesma. :-P

Mas o que eu queria mesmo compartilhar com vcs, minhas colegas de trabalho ("mas oeeeemmm!!"), são as coisas que eu aprendi durante esse período aqui. Eu precisei vir até os Estados Unidos pra descobrir que...

... valeu muito a pena me matar de estudar inglês nos últimos anos. Tenho, lógico, MUITO pra melhorar (senão eu não estaria aqui), mas eu já me livrei de cada fria por conseguir falar um inglês mais ou menos, que nem te conto!!

... economia e au pair são palavras gêmeas siamesas. Claro que eu já sabia que teria de economizar, mas não sabia exatamente como. Truques pra fazer os trocos durarem mais tempo dentro da carteira: pedir água em vez de suco nos restaurantes (é de torneira, mas é grátis e vem com gelinho); recorrer a todos os dolar-menu da vida, seja do Mac, Wendy's, Burguer King, KFC e oraioqueoparta; vasculhar as araras nos cantos obscuros da Target e TJ Maxx (foi assim que consegui achar blusinhas lindas por U$ 2, rá!). Tem beeem mais coisas, mas depois eu dedico um post só pra isso. ;-)

... se um diálogo com americanos não passar de um entusiasmado "Hi!" / "How are you?" / "I'm good, thanks, and you?" / "Good", o problema não é comigo. Muitos deles não conseguem desenvolver uma conversa decente, simples assim.

... cuidar de crianças full-time e morar com elas pode ser uma experiência mais estressante que fazer compras de Natal na 25 de março. Às 5 horas da tarde do dia 24 de dezembro. Com Calypso tocando no último volume como trilha sonora.

... birra infantil pode estragar completamente o seu dia. Mas que um "I'm sorry" realmente arrependido e com olhinhos de cachorrinho da Disney pode trazer o seu bom-humor de volta em segundos.

... em alguns momentos a sua melhor companhia pode ser você mesma. E é bom se acostumar a isso. ;-)

... 98% das coisas que meus pais me falavam quando eu era criança devem estar certas, porque eu repito todas elas pras minhas host kids (menos a parte que se você envesgar o olho e bater um vento, você fica vesgo pro resto da vida. Isso eu também faço direto, mas abafa, hehehe).

... "Cabeça vazia é oficina do diabo" é um ditado mais do que perfeito pra quem tem um time off considerável. Por isso é que eu tento tirar proveito de tudo o que ocupe o meu tempo: ir à biblioteca, à academia, estudar inglês, caminhar pela vizinhança, ir à reunião dos alcoólicos anônimos... ops.

... não importa se no Brasil você é irmã, amiga, namorada, profissional, sabe rebolar e bater bolo ao mesmo tempo. Aqui, em maior ou menor grau, você será sempre lembrada como a limpadora de bunda, and that's it. A parte boa disso? Encarar quem te acha tapada com um sorrisinho de canto de boca e pensar consigo mesma "Você nem desconfia, jerk, mas eu sou 1000 vezes melhor do que você". (Y)

... dar risadas até doer a barriga é uma das melhores terapias que existe e ajuda a manter a sanidade. E estar cercada de gente que provoca elas é algo que não tem preço (tks, Máfia!).

... nunca mais vou recusar uma comida que minha mãe fizer. Nem se for bife de fígado com chuchu refogado e suco de maracujá quente. Juro!

... saudade é ruim, machuca, mas nada como ter alguém de quem você pode sentir falta e pra quem você pode voltar depois de cumprir sua missão.

Bom, mas o importante é o que importa, e no final não há de ser nada - como bem diz a Cori Coração de Melão. E que venham os próximos 9 meses!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Mari Z. tá virando emo...

Sim, podem falar que eu sou uma desnaturada. Fiquei um tempão sem dar notícias por vários motivos, entre eles a preguiça e o desânimo. Mas agora deu uma coragem básica de vir aqui postar, então vamos lá.

Esse post vai parecer meio sem pé, sem cabeça, mas eu também ando meio sem pé e sem cabeça ultimamente. Não, eu não virei um ser mitológico ou personagem de folclore brasileiro, mas a verdade é que eu ando totalmente perdida nas últimas semanas. Ando me sentindo sozinha, deslocada, peixe fora d´água total. A homesickness tá batendo como nunca e uns pensamentos idiotas ficam aparecendo na minha mente. Aí eu percebi que a melhor coisa pra não enlouquecer é me manter ocupada e sair um pouco da frente do computador (daí a falta de posts). Resultado: comecei a fazer academia, aceitei fazer uns extras pra arrecadar fundos pras minhas próximas férias, estou estudando inglês 3 horas por dia, assistindo filmes como nunca, freqüentando mais a biblioteca daqui de Maplewood e tentando ficar fora de casa o maior tempo possível. Acho que essa estratégia tá começando a funcionar, let's see. ;-)

Mas isso não é importante. O que importa é que o Banco Real dá 10 dias sem juros no cheque especial - e que daqui a alguns dias eu completo 3 meses aqui. É, José... 3 meses, ou seja, já vou cumprir 1/4 do meu tempo aqui. Como eu disse outro dia pra minha amiga Juliana - ex-au pair, ex-colega de faculdade e comparsa das mais bacanas -, eu fico feliz que o tempo esteja passando rápido, porque tenho motivos de sobra pra querer voltar logo pro Brasil, mas também me assusta ver que as folhinhas do calendário estão caindo depressa, porque ainda tenho muito o que fazer por aqui. Como aproveitar ou não o que os USA têm pra me oferecer só depende de mim, e como "metódica" é meu nome do meio, fiz uma lista de coisas que quero fazer, lugares que quero conhecer e metas que quero cumprir aqui. Já risquei alguns dos itens, e agora que organizei meus pensamentos estou começando a me sentir mais aliviada (ai, que nerd isso, hehehe). Pra conseguir fazer o que eu realmente quero e preciso fazer por aqui, vou ativar meu mantra superpoderoso "Foco, Mariana, foco!!".

E é isso. Tem hora que é mais fácil, tem hora que é mais difícil, tem hora que o tempo passa correndo e outras em que ele teima em se arrastar. Mas isso é uma coisa que acontece aqui, no Brasil, em qualquer lugar. E fazer as coisas andarem só depende das nossas próprias atitudes - e agora chega, que isso aqui não é blog de auto-ajuda :-P. Fui!!

Beijomeligaquetôcarente,

Mari.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

É Massachusetts na cabeça, minha senhora!

Oiiiiii, gente!

Primeiro post pós-férias. U-hu! Então, gente, senta que lá vem história. A Gi contou um pouco da nossa aventura em terras massachusettianas (acabei de inventar, rá!), então não vou ficar enrolando muito. Só falar que a nossa semana de férias foi do caralho!!

Contrariando todas as expectativas, descobrimos que Boston é uma cidade liiiiiiiiinda e com muita coisa pra se fazer, sim, senhor. Ficamos hospedadas na casa da tia Judy, que na verdade é tia da minha host mas foi adotada por mim e pela Gi, hehe. Ela mora em Peabody (uma cidadezinha a 30 min de Boston e do lado de Salem) e foi muito, mas muuuuuuuuito acolhedora, levou a gente pra lá e pra cá, ajudou pra caramba, fez coisas de mãe, mesmo. Beijo pra tia Judy!

Resumindo a semana, passamos pelos pontos turísticos básicos de Boston: Boston Common e Public Garden (o parque e o jardim público mais antigos dos EUA, simplesmente lindos!); Fanueil Hall e Quincy Market (tipo o "mercadão" de Boston); Copley Square, que tem a Trinity Church, a Boston Library e a Hancock Tower; Science Museum; Museum of Fine Arts... meu, é coisa pra caramba, sem contar a arquitetura das casas, que são super antigas e têm todo um ar de história... Boston é absolutamente linda, me encantei. Também fomos pra Cambridge, visitar a Harvard University. Jesuis, que emoção pra uma nerd como eu passear naquela universidade onde só os crânios mais crânios conseguem entrar, hehehe.

Além de Boston, passamos também por Salem (a cidade das bruxas), Portsmouth, em New Hampshire, que é tipo uma cidadezinha costeira, e Rockport. Essa última merece um comentário à parte - a Gi que o diga, pq ela não aguentava mais ouvir eu dizendo que tinha me encantado com Rockport, heheh. Então, sabem aquelas cidadezinhas de faz-de-conta, com casinhas coloridas, lojinhas fofas e etc? Rockport é exatamente assim. Na verdade a gente foi pra lá pensando em pegar uma praia, mas como São Pedro resolveu não colaborar durante vários dias da semana, acabamos ficando na cidade e, na boa, não rolou um arrependimento, não. Tirei umas trocentas fotos e, mesmo com o céu cinza, Rockport provou ser um lugar tão cute que fez até as minhas fotos tabajara ficarem boas. Depois dessa propaganda, fica aí a dica pra quem for até Boston: mexa seu traseiro e pegue um trem com destino a Rockport. Só leva meia horinha e vai render ótimas fotos e fazer um bem danado pro seu espírito. ;-)

Aí chegou o sábado, o dia do show do Pearl Jam. Depois de a gente se perder na highway várias vezes (pq como guia eu sou uma ótima revisora), chegamos a Mansfield e aí, minha senhora, foi só alegria. Ver a minha banda favorita ao vivo aqui na gringa foi lindo, lindo, liiiiiiiiiindo - só fiquei meio perdida no começo, pq as músicas estavam meio lado B pro meu gosto e eu não sabia as letras inteiras. E show na gringa é assim: ou vc sabe cantar a música, ou fecha o bico, pq fazer embromation aqui é queima filme total, hehehe. Mas aí eles tocaram as minhas preferidas e ficou tudo muito bem, valeu cada centavinho esse show! Foi ótimo pros meus ouvidos, pro meu humor, e pra desmistificar a idéia de que americano não agita em show (né, Dreza?): a gringaiada se empolgou MUITO, todo mundo cantou junto, foi lindo demais.

E agora é hora de voltar à vida real, hehe. O saldo da semana? Comprovei que Boston é muito bonita - e os homens de lá também, ô terra boa! -, adorei o pedacinho da Nova Inglaterra que conhecemos, descobri que a-do-ro sopa de molusco (que aqui eles chamam de "clam chowder" e é boa demais), assisti um show fodástico em terras yankees e tive uma companhia pra lá de bacana, com quem adorei passar as férias "togethinho", hahaha.

E é isso, galera! Agora é só rezar pra sexta-feira chegar logo, e vamo que vamo pro 4 de Julho!!


Pegando no pé do tio Harvard - literalmente.

Na Boston Public Library.

A foto ficou uma droga, mas lá estava o Pearl Jam, pra minha alegria!

Num dos jardins de Portsmouth, New Hampshire.

Bruxinha bonitinha da vassoura de capim. :-D

Rockport, a cidade de faz-de-conta.

Rockport.

Rockport, de novo. Tá bom, eu paro. Prometo!!

Geral da Fanueil Hall.

New England Coffee, eu e meu leve estrabismo.

Nós no Boston Public Garden.

O novo no velho, o velho no novo: Trinity Church e Hancock Tower.